A Brava administra FIPs — apenas FIPs. Porque private equity não é um fundo líquido com outro nome: é participação em empresa fechada, valuation de ilíquido, governança societária e capital de longo prazo. Especialização total no veículo, com a regra local dominada e o padrão internacional que o investidor institucional espera.
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Administração fiduciária de prateleira trata o FIP como mais um fundo na esteira. Nós tratamos como ele é: private equity.
Chamadas de capital em vez de aplicação diária. Cota auditada sobre ativos sem preço de tela. Acordos de acionistas, conselhos, eventos de liquidez. O administrador que não vive isso vira gargalo do gestor e risco para o cotista — e é por isso que escolhemos não administrar tudo: administramos bem.
O ciclo de vida completo do FIP — da constituição à liquidação
Estruturação do veículo, registro e implantação das regras do regulamento — ou transferência de um FIP existente, preservando o histórico de auditoria.
Capital calls, integralizações e distribuições operadas com a precisão que o capital comprometido exige.
Contabilidade do fundo, apuração e divulgação de cota e PL conforme a Resolução CVM 175 (Anexo III).
Controle por cotista: capital integralizado, preferências e carregação da taxa de performance — a matemática do PE, auditável.
Prestação de contas à CVM e à ANBIMA nos prazos, e relatórios ao cotista com a profundidade que investidores institucionais esperam.
KYC dos cotistas, supervisão de todos os prestadores e cumprimento do dever fiduciário — zelar pelo cotista é o trabalho.
Valuation de ilíquidos não é terceirizado aqui. É língua materna.
Participação em empresa fechada não tem preço de tela — tem metodologia. A Brava mantém motor de valuation proprietário (DCF, múltiplos, custo de capital) e produz laudos no padrão CPC 46 / IFRS 13, com as IPEV Valuation Guidelines como referência metodológica — o mesmo padrão de fair value usado pelo private equity internacional. A cota que o cotista vê nasce de conta que ele pode auditar.
A Brava nasceu em 2008 estruturando investimentos alternativos para investidores estrangeiros — antes de administrar FIPs, aprendemos o que o investidor internacional de private equity exige de governança, reporting e valuation. Hoje aplicamos esse padrão ao veículo brasileiro: a RCVM 175 como piso, não como teto.
Estruturando um FIP — ou insatisfeito com o administrador atual? Fale com quem só faz isso.
A Brava Capital é autorizada pela CVM para a gestão de carteiras de valores mobiliários (Ato Declaratório 11.501/2011) e para a administração fiduciária de Fundos de Investimento em Participações — FIP (RCVM 21, art. 1º, §2º, III, desde set/2018). Não prestamos administração fiduciária de FIDC, FII ou demais fundos. Página informativa; não constitui oferta ou recomendação. IPEV e ILPA são referências metodológicas internacionais adotadas como padrão de trabalho, sem vínculo institucional.