A pergunta que você deveria fazer a qualquer instituição que cuida do seu dinheiro é simples: de onde vem a remuneração de quem me atende? A resposta explica quase todos os incentivos. A nossa está abaixo, por escrito.
Na carteira administrada, nossa remuneração é a taxa de gestão sobre a carteira, definida em contrato (podendo haver taxa de performance, também contratual). Não recebemos comissão para colocar produto A ou B na sua carteira.
O efeito prático: só ganhamos se cuidarmos bem da carteira — nosso incentivo é escolher cada ativo pelo mérito, não pela comissão que ele paga.
Em boa parte do mercado, quem atende o investidor é remunerado por comissões e rebates dos produtos distribuídos — o que cria, por construção, um conflito: o produto que mais paga a quem vende não é necessariamente o que mais serve a quem compra.
Não é uma questão de má-fé individual — é o desenho do incentivo. Por isso a primeira pergunta a fazer é sempre sobre o modelo, não sobre a pessoa.
Como gestora de recursos autorizada pela CVM (Resolução CVM 21) e aderente aos Códigos ANBIMA, atuamos com dever fiduciário: a gestão é exercida no interesse do cliente, com prestação de contas periódica e políticas públicas de conduta — disponíveis em Informações regulatórias.
Os valores e condições são definidos em contrato, conforme o serviço e o porte da carteira. Quer entender como funcionaria no seu caso?
Material informativo, sem caráter de oferta ou recomendação. As condições comerciais de cada mandato constam do respectivo contrato de gestão.