Negócios · Captação de recursos · Crédito estruturado

Capital adequado ao fluxo de caixa do seu negócio.

Estruturamos dívida e capital no formato certo para cada empresa — reduzindo o custo de capital e ajustando o pagamento à geração de caixa real. Da análise da necessidade ao closing e ao monitoramento. É o que chamamos de Capital Inteligente.

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O mercado de capitais financiou R$ 838,8 bilhões em 2025 — recorde histórico. A pergunta não é se há capital, é em que estrutura.

R$ 838,8 bi
Emissões no mercado de capitais em 2025, +6,4% sobre 2024 (ANBIMA, 22/01/2026)
FIDC R$ 90,8 bi
CRI R$ 49,0 bi · CRA R$ 46,2 bi — securitização em 2025 (ANBIMA)
+100 empresas
Para as quais a Brava já estruturou operações de emissão/captação
R$ 20–500 mi · 2–15 anos
Faixa de ticket e de prazo das operações estruturadas
Como ajudamos
Crescimento
Estruturação de operações para financiar expansão, capex e novos projetos.
Alongamento de dívida
Reperfilamento do passivo para aliviar o caixa e destravar covenants.
Custo de capital
Desenho da solução mais eficiente para reduzir o custo total (all-in), não só a taxa de fachada.
Método

O instrumento não é o ponto de partida — é a conclusão.

Selecione a finalidade do recurso e veja a estrutura que tende a fazer sentido. Na prática, cruzamos isso com o perfil de risco, as garantias e o fluxo de caixa da empresa.

Estrutura indicada
FIDC
Carteira pulverizada de duplicatas e recebíveis vira capital de giro recorrente, com cessão contínua.
Estrutura indicada
Debêntures
Dívida corporativa no mercado de capitais — montantes maiores e prazos longos; pode ser incentivada.
Estrutura indicada
CRI
Securitiza recebíveis imobiliários; a isenção de IR ao investidor pessoa física vira custo menor para o emissor.
Estrutura indicada
CRA
Recebíveis da cadeia rural financiam a operação a custo competitivo.
Estrutura indicada
CCB
Crédito direto e ágil para necessidades objetivas de caixa.
Estrutura indicada
Equity / mútuo conversível
Entrada do sócio certo para a tese, ou estrutura híbrida quando o objetivo pedir.

Orientação informativa; a recomendação final depende da análise completa da operação.

Ver o mapa completo
Se a necessidade é… …e o perfil é… A estrutura tende a ser
Giro recorrente sobre recebíveis Carteira pulverizada de duplicatas FIDC
Capex / expansão, prazo longo Acesso a mercado, rating viável Debêntures
Lastro imobiliário, investidor PF Recebível imobiliário securitizável CRI
Lastro do agronegócio Recebível da cadeia rural CRA
Caixa objetivo e ágil Crédito direto, garantia definida CCB
Crescer sem alavancar o caixa Tese que comporta sócio Equity / mútuo conversível
Instrumentos

Cada estrutura tem a sua hora.

Capital (equity)
Quando: crescer sem onerar o caixa e há espaço societário.
Debêntures
Quando: a empresa acessa institucionais e busca alongar. Incentivadas captaram R$ 178,0 bi em 2025 (+31,7%).
CRI
Quando: há lastro imobiliário e apetite do investidor pessoa física.
CRA
Quando: recebíveis da cadeia rural financiam a operação.
FIDC
Quando: a carteira de recebíveis é pulverizada e recorrente. Maior instrumento de RF em quantidade em 2025 — R$ 90,8 bi.
CCB
Crédito direto e ágil para necessidades objetivas de caixa.

E soluções híbridas — mútuo conversível e combinações de dívida e capital — quando o objetivo pedir.

Capital internacional

Capital também vem de fora — e em moeda forte.

Desde 2008 a Brava estrutura operações para investidores estrangeiros. Acessamos capital internacional e desenhamos veículos cross-border (onshore/offshore) e estruturas denominadas em USD, com proteção cambial (hedge) para alinhar o passivo à moeda do fluxo de caixa.

Investidores internacionais
Acesso a capital fora do Brasil, no veículo adequado a cada tese.
Estruturas em USD / cross-border
Emissão e veículos onshore/offshore denominados em moeda forte.
Proteção cambial (hedge)
Gestão do risco de câmbio entre o passivo e o fluxo de caixa. Saiba mais sobre câmbio →
O rigor por trás da estrutura

Estruturamos sobre números, não sobre intenção.

Custo total (all-in rate)
Não a taxa de fachada: incluímos encargos e custos da operação e comparamos o custo de dívida entre alternativas.
Capacidade de pagamento (DSCR)
Projetado mês a mês sob o fluxo de caixa esperado. Referência de conforto ≥ 1,5.
Garantia (LTV)
Relação dívida/valor da garantia. Referência: ≤ 60% confortável, ≤ 75% aceitável conforme a operação.
Rating sintético
Classificação interna do risco antes do mercado, calibrada por referência setorial (Damodaran).
Perda esperada (EL)
PD × LGD × EAD, com PD por rating e perda por tipo de garantia. Referência: ≤ 2% do valor.
Concentração e covenants
IHH dos recebíveis, covenants e triggers desenhados e monitorados até o fim da assessoria.

As referências (LTV, DSCR, EL) são parâmetros internos de análise da Brava e variam conforme a operação e o instrumento; não constituem condição de oferta nem garantia de aprovação ou de retorno.

O fluxo da assessoria

Fase 1 — Relacionamento & KYC. Alinhamento sobre a emissão, KYC e análise preliminar: risco/retorno, objetivos, capacidades e garantias.
Fase 2 — Mandato. Análise detalhada da empresa e dos projetos. Term sheet inicial e pitchbook para o roadshow.
Fase 3 — Roadshow & bookbuilding. Apresentação a investidores com parceiros habilitados. Condições indicativas e escolha do veículo.
Fase 4 — Diligência & assinatura. Term sheet final e due diligence. Coordenação de rating, auditoria e jurídico até a assinatura.
Fase 5 — Closing & monitoramento. Liberação dos recursos e acompanhamento: pagamentos, garantias, covenants e triggers.

Cada operação tem o seu tempo. Estruturas mais simples podem ser concluídas em poucos meses; operações complexas e sob medida costumam envolver um mandato de 12 a 18 meses — do desenho da estrutura ao acompanhamento da operação. Prazos indicativos, baseados na experiência da casa e em médias de mercado: são expectativas, não compromissos. O cronograma real depende da complexidade, da diligência e das condições de mercado.

Para quem estruturamos
Empresário e middle market
Giro, capex e alongamento sem perder controle.
Incorporadora
Crédito ponte, CRI e antecipação de recebíveis para o ciclo da obra.
Agronegócio
CRA e estruturas de recebíveis da cadeia rural.
Aquisição (M&A)
Desenho da dívida de aquisição e da estrutura de capital pós-deal.
O que você recebe

Uma operação que se sustenta diante de investidor, comitê e auditor.

Perguntas frequentes
O que é crédito estruturado e como difere de um empréstimo bancário?
No empréstimo bancário a estrutura é padronizada e definida pelo banco. No crédito estruturado, a operação é desenhada sob medida — instrumento, garantias, prazo e fluxo de pagamento ajustados à necessidade e à geração de caixa da empresa — e captada junto a investidores e ao mercado de capitais.
Quando faz mais sentido captar via dívida e quando via equity?
Dívida preserva a participação dos sócios e tende a custar menos quando há fluxo de caixa e garantias; equity faz sentido para crescer sem onerar o caixa e quando há espaço societário. Muitas vezes a melhor resposta é híbrida.
O que é all-in rate e por que importa mais que a taxa nominal?
É o custo total da operação — taxa, encargos e custos de estruturação — e não só a taxa de fachada. É por ele que se compara, de verdade, uma alternativa de financiamento com outra.
CRI, CRA, FIDC e debênture: qual a diferença na prática?
Debênture é dívida corporativa direta. CRI e CRA securitizam recebíveis (imobiliários e do agronegócio), com benefício tributário ao investidor pessoa física. FIDC transforma uma carteira de recebíveis em capital de giro recorrente, via cessão contínua.
O que é uma debênture incentivada?
É a debênture com benefício fiscal voltada a projetos de infraestrutura. Em 2025, as incentivadas captaram R$ 178,0 bilhões (+31,7%), e houve a primeira emissão de debênture de infraestrutura sob a Lei 14.801 (ANBIMA, 22/01/2026).
Que garantias costumam ser exigidas?
Depende da operação: garantias reais (imóvel, recebíveis, cotas), fidejussórias e covenants. A estrutura de garantia é parte do desenho e impacta diretamente o custo do crédito.
Quanto tempo leva, do mandato ao closing?
Estruturas mais simples podem ser concluídas em poucos meses; operações complexas e sob medida costumam envolver um mandato de 12 a 18 meses. Prazos indicativos — expectativas, não compromissos.
A Brava capta com recursos próprios ou estrutura junto a investidores?
A Brava origina, estrutura e coordena a operação junto a investidores e ao mercado de capitais — não é instituição financeira e não empresta com recursos próprios. Atua na originação, estruturação e distribuição, observando a regulamentação da CVM e da ANBIMA, e como correspondente bancário (Resolução CMN 4.935/2021) quando aplicável.
Na imprensa — por Jair Lemes, CFA

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Tudo começa com uma análise preliminar e confidencial da sua necessidade de capital.

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A Brava Capital é autorizada pela CVM para a gestão de recursos (administração de carteiras de valores mobiliários). Esta página tem caráter informativo e não constitui oferta ou recomendação. Operações de captação e distribuição observam a regulamentação aplicável da CVM e da ANBIMA.

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